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ATENÇÃO - ERRO NO MOODLE - NOME DE FICHEIROS
by Pedro Soares ADM - Tuesday, 24 March 2020, 11:36 AM
 

Viva, tem sido reportado algumas dificuldades em usar alguns documentos que tem o nome, com caracteres especiais:

Por exemplo: cão.jpg (tem o til); texto agua lusa.pdf (tem espaços entre palavras) café.doc (tem acento no é) etc.


o problema está no NOME do ficheiro que envias, não pode ter ...
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(170 words)

Available courses

1. Conhecimento do repertório essencial da música Ocidental depois de 1900

2. Capacidade de reconhecimento auditivo dos diferentes estilos e estéticas de obras compostas depois de 1900

3. Desenvolvimento de uma visão crítica e reflectida do repertório essencial da música Ocidental depois
de 1900

4. Capacidade de retirar do repertório estudado elementos fundamentais de linguagem e articulação que são úteis à prática composicional.

1. Desenvolvimento de espírito crítico no contacto com apresentações de trabalhos composicionais e/ou assuntos de carácter estético/filosófico-musical.

2. Desenvolvimento de um espírito de abertura resultante de um contacto regular com compositores e
instrumentistas de várias proveniências.

3. Desenvolvimento de competências de reflexão e atitude crítica na elaboração de críticas/recensões

4. Desenvolvimento de espírito de grupo.

5. Desenvolvimento de espírito de reflexão e de comunicação perante as apresentações dos trabalhos dos colegas sobre a sua música ou sobre um assunto de carácter estético/filosófico – musical relevante para a sua prática musical.

6. Desenvolvimento de capacidades organizativas, resultantes da organização de recitais públicos com
obras dos alunos.

1. Desenvolver competências na resolução de problemas durante o processo de composição de uma
peça para orquestra.

2. Conhecimento aprofundado do repertório para orquestra.

3. Realização de uma pequena peça para orquestra.

NOTA.-Os alunos inscritos nesta UC podem frequentar as aulas em conjunto com os inscritos em Projeto Orquestral A e Projeto Orquestral B no Mestrado em Composição e Teoria Musical. O intuito é o aproveitamento e cruzamento de experiências, e o enriquecimento das práticas individuais/coletivas.

1. Conhecimento aprofundado das características e capacidades técnicas dos instrumentos de corda
2. Conhecimento do repertório individual significativo dos instrumentos de corda
3. Conhecimento do repertório de conjunto significativo dos instrumentos de corda
4. Desenvolver o estudo das técnicas utilizadas na realização de arranjo e orquestração para orquestra de cordas


1. Abordagem de problemas durante o processo de orquestração de uma peça para orquestra.
2. Conhecimento do repertório para orquestra.
3. Estudo de partituras e audição do repertório mais importante.
4. Desenvolver o estudo das técnicas utilizadas na realização do arranjo e orquestração para orquestra.
5. Orquestração de uma peça de piano para orquestra.

1. Dar uma perspectiva global dos aspectos fundamentais — conceitos e princípios, métodos e processos — do fraseado da música tonal.

2. Aperfeiçoar competências técnicas ao nível da progressão harmónica e da respectiva condução de vozes.

3. Conhecer, dominar e aplicar os princípios estruturais da sintaxe tonal e os principais métodos analíticos de redução de análise sintáctica e de redução linear.

4. Desenvolver a consciência auditiva — em tempo real — dos tipos de fraseado e dos seus ritmos.

1. Aperfeiçoar competências — desenvolvidas na UC precedente — de análise melódica, harmónica e estrutural da frase musical.

2. Integrar esse conhecimento do fraseado no âmbito das principais formas e géneros musicais dos estilos barroco e clássico.

3. Aprofundar o conhecimento — em tempo real — das técnicas de composição fundamentais e a percepção auditiva das formas musicais.

4. Compreender a expansão do sistema tonal, em particular através da harmonia cromática e da mistura de modos.


1. Compreender novos sistemas e formas na música da primeira metade do século XX (até 1945).

2. Adquirir competências técnicas e metodológicas de análise da música associada à tradição escalar, cromática e modal.

3. Desenvolver a consciência auditiva em tempo real de fraseado e forma, ritmo e métrica.

4. Identificar materiais e técnicas de composição, correntes estéticas e os seus compositores mais representativos.

1. Compreender novos sistemas e formas na música depois de 1945.


2. Adquirir competências técnicas e metodológicas de análise da música atonal, serial e de outras linguagens mais recentes.

3. Desenvolver a consciência auditiva em tempo real de fraseado e forma, ritmo e métrica, textura e timbre.

4. Identificar materiais e técnicas de composição, correntes estéticas e os seus compositores mais representativos.

1. Desenvolver a capacidade de leitura — de modo a compreender o sentido e a estrutura de um texto — e de articulação do pensamento lógico.

2. Adquirir conhecimentos sobre as questões estéticas fundamentais da civilização ocidental, desde a Antiguidade clássica.

3. Contextualizar historicamente as grandes mudanças paradigmáticas da música moderna, desde a Renascença europeia.

O1. Desenvolver mais a capacidade de articular o pensamento lógico e de exprimi-lo correctamente.

O2. Adquirir competências metodológicas e técnicas para a realização independente de um projecto final.

O3. Diagnosticar as características estéticas principais e os dilemas prementes da música no nosso tempo.

Compreender aprofundadamente a linguagem musical, através da audição e da escrita.

Dominar competências ao nível da leitura rítmica, melódica e harmónica.

Dominar a audição interior e a memória.

Conhecer as características do conhecimento científico.
Conhecer fontes bibliográficas necessárias e disponíveis para investigar no domínio da música.
Conhecer diferentes domínios de investigação em música.
Conhecer o paradigma de investigação quantitativo e qualitativo e reconhecer a adequação do seu uso.
Conhecer as técnicas de redacção e apresentação de trabalhos científicos.
Desenvolver o pensamento crítico e sistemático

Unidade Curricular do tronco comum.

1º Ano / 2º Semestre

Seminário I

Seminário II
Seminário III
Seminário IV
Seminário V
Seminário VI

Esta unidade curricular visa proporcionar ao aluno o conhecimento e competências operacionais no âmbito da programação sonora/musical, com enfoque particular no campo da síntese sonora, sampling e processamento áudio. Pretende-se que no final da unidade curricular o aluno seja capaz de:

1.    Conhecer e compreender os fundamentos teóricos dos principais métodos de síntese sonora e sampling, e as suas aplicações práticas;

2.    Analisar e comparar vários instrumentos musicais baseados em software (instrumentos virtuais);

3.    Mobilizar conhecimentos anteriores e adquirir competências técnicas na programação e construção de instrumentos virtuais e outros dispositivos sonoros em software através do recurso a linguagens de progamação visual.

Com esta unidade curricular pretende-se garantir uma base sólida de conceitos tecnológicos cruciais, equipando os alunos com os recursos necessários para efetuar um conjunto de tarefas essenciais, e potenciando a posterior apreensão de matérias de unidades curriculares subsequentes. No final da unidade curricular, o aluno deverá ser capaz de:

1.    Compreender os componentes físicos de um computador (hardware), a sua linguagem (sistemas digitais) e os componentes fundamentais ao nível de software.

2.    Utilizar as tecnologias de informação como fonte de investigação, pesquisa e organização de conhecimento.

3.    Expandir o domínio de ferramentas informáticas nas áreas de processamento de texto, folha de cálculo, base de dados, apresentações audiovisuais e de edição de partituras.

Esta unidade curricular visa proporcionar ao aluno as bases teóricas e as competências operacionais fundamentais no âmbito das tecnologias informáticas aplicadas ao programa académico em que se insere (curso de Música, variante em Produção e Tecnologias da Música).
Pretende-se que no final da unidade curricular o aluno seja capaz de:
1.    Compreender os fundamentos das principais tecnologias utilizadas no âmbito da produção musical, com um enfoque particular no MIDI e no áudio digital, e discorrer acerca das possibilidades permitidas pela sua utilização em diversos ambientes de produção musical.
2.    Mobilizar conhecimentos anteriores e adquirir competências técnicas na operacionalidade de aplicações de gravação, edição, mistura e processamento de áudio digital e MIDI (sequenciadores, DAWs)
3.    Configurar a comunicação entre computadores e equipamentos dedicados como sintetizadores, samplers, processadores ou mesas de mistura digitais e expandir o contacto com aplicações informáticas do domínio musical.

Esta unidade curricular visa proporcionar ao aluno uma adequada contextualização no âmbito do vídeo digital, e da sua particular relação com o domínio sonoro/musical, e fornecer uma perspetiva geral quanto ao software existente e suas respetivas funcionalidades. Pretende-se que no final da unidade curricular o aluno seja capaz de:

1.    Relacionar com propriedade, do ponto de vista semântico, os universos sonoro e visual.

2.    Compreender os princípios teóricos, as características técnicas, o fluxo de trabalho típico e as possibilidade do vídeo digital.

3.    Conhecer e possuir competências básicas na operacionalidade de aplicações de edição e processamento de vídeo, animação 2D/3D, software de VJ, e ambientes de programação visual.

4.    Dominar o processo de autoria de formatos de distribuição audiovisual, tanto atuais como emergentes.

Conhecer profundamente o repertório convencional do instrumento/voz. 


Expandir o conhecimento do repertório do instrumento/voz, incluindo as áreas não convencionais. 


Construir ferramentas que permitam dominar adequadamente o instrumento de forma a garantir no final do curso a execução de qualquer obra do repertório convencional.


Progredir no domínio do instrumento aplicando métodos e estratégias adquiridas durante o curso e criando outras. 


Contextualizar histórica, estilística e esteticamente o repertório do seu instrumento.


Criar e realizar as suas próprias concepções artísticas, de forma progressivamente autónoma.


Estruturar e hierarquizar todos os processos que participam no acto interpretativo.


Demonstrar e projectar com sentido artístico o cumprimento dos objectivos num formato performativo.

fuc_EP2.pdffuc_EP2.pdf

Conhecer profundamente o repertório convencional do instrumento/voz. 


Expandir o conhecimento do repertório do instrumento/voz, incluindo as áreas não convencionais. 


Construir ferramentas que permitam dominar adequadamente o instrumento de forma a garantir no final do curso a execução de qualquer obra do repertório convencional.


Progredir no domínio do instrumento aplicando métodos e estratégias adquiridas durante o curso e criando outras. 


Contextualizar histórica, estilística e esteticamente o repertório do seu instrumento.


Criar e realizar as suas próprias concepções artísticas, de forma progressivamente autónoma.


Estruturar e hierarquizar todos os processos que participam no acto interpretativo.


Demonstrar e projectar com sentido artístico o cumprimento dos objectivos num formato performativo.

fuc_ep1.pdffuc_ep1.pdf

1. Desenvolver a prática técnica avançada do canto;

2. Cantar com fluidez técnica e afinação;

3. Desenvolver a autoanálise e a autocrítica;

4. Desenvolver um estilo de interpretação individual;

5. Demonstrar controlo e coordenação da respiração e da articulação;

6. Desenvolver a consciência auditiva dos diferentes pontos de foco da voz;

7. Desenvolver a consciência e diferenciação estilística e formal do diálogo naturalista;

8. Aperfeiçoamento da dicção e articulação das vogais e consoantes aplicada à elocução proveniente da imagética e dos pontos de foco da voz.

Realizar técnica e criativamente ritmo, melodia e harmonia; lê. Reconhecer movimento sonoro e afinação.

fuc_vm5.pdffuc_vm5.pdf

1. Conhecer e aplicar os métodos de Richard Pilbrow e Linda Essig;

2. Ser capaz de identificar a forma como a luz interfere com um espaço, um objecto ou pessoa;

3. Dominar as ferramentas avançadas do WYSIWYG;

4. Conhecer métodos de design de luz aplicados a diferentes tipos de espectáculo;


fuc_D2_Luz.pdffuc_D2_Luz.pdf

1. Dominar métodos e técnicas de programação avançada das consolas de luz computorizadas;

2. Dominar todo o processo de implementação de desenhos de luz de sistemas complexos de iluminação cénica;

3. Compreender o funcionamento e métodos de trabalho em estúdio de som;

4. Saber utilizar técnicas de captação de som e gravação em estúdio e em exterior;

5. Compreender os fundamentos do áudio digital;

6. Dominar o processo de implementação de desenhos de som;

7. Compreender o processo da operação de som ao vivo.


fuc_T2.pdffuc_T2.pdf

1. Compreender a história dos autómatos de iluminação;

2. Compreender as diferentes tecnologias de comunicação e controlo;

3. Dominar os diferentes tipos de autómatos de iluminação, métodos de montagem e aplicações;

4. Dominar o controlo e a programação dos autómatos de iluminação em diferentes consolas de luz e para diferentes tipos de espectáculo;

5. Saber aplicar técnicas de sincronização;

6. Conhecer os principais protocolos de comunicação do áudio digital;

7. Dominar a montagem e programação de sistemas áudio digitais.


fuc_SDA.pdffuc_SDA.pdf

1. Conhecer e saber aplicar os formatos de imagem digital e os seus algoritmos de compressão;

2. Conhecer e manipular características da imagem digital;

3. Aplicar as regras gerais de composição visual de fotografia; 

4. Dominar a programação da consola de luz envolvendo equipamentos de luz digital e servidores de vídeo;

5. Dominar as operações fundamentais dos servidores de vídeo;

6. Compreender a genealogia e principais factos históricos da performance digital;

7. Compreender os diferentes processos de produção de conteúdos; 

8. Compreender os princípios básicos de interactividade entre luz, vídeo e áudio.

fuc_IID.pdffuc_IID.pdf

1. Conhecer a evolução histórica da iluminação de cena;

2. Identificar e compreender as funções e as propriedades da luz cénica;

3. Compreender a física da cor aplicada à iluminação de cena;

4. Conhecer e compreender as fontes de luz mais utilizadas em iluminação de cena e a sua aplicação em cena;

5. Aplicar conceitos fundamentais de electricidade necessários ao planeamento e à montagem de sistemas de iluminação cénica;

6. Conhecer os fundamentos do desenho de luz e sua implantação em registo manuscrito;

7. Dominar as técnicas, métodos de montagem e desmontagem, afinação e operação de sistemas de iluminação cénica;

fuc_ic.pdffuc_ic.pdf

1. Compreender o funcionamento e métodos de trabalho do estúdio de som;
2. Compreender os fundamentos do áudio digital;
3. Saber utilizar as técnicas de captação de som em estúdio e em exterior.

FUC

TS2.pdfTS2.pdf

Conteúdos Programáticos:
O conceito de sonorização de cena;
Desenho de sistemas áudio para espectáculos: diagramas e listagens de equipamentos;
Técnicas e métodos de calibração.

Competências:
Saber aplicar as técnicas e métodos de montagem, desmontagem e operação do equipamento de sonorização.

Ser capaz de conceber e operar um sistema de som multicanal.

FUC

PO_S1.pdfPO_S1.pdf

Conteúdos Programáticos:
Acústica: calcular as propriedades acústicas duma sala.

Competências:
Saber prever o comportamento acústico duma sala.


Conteúdos Programáticos:

As Estruturas de Produção Teatral – As funções e as equipas.

O perfil do Técnico de Iluminação e do Designer de Luz.

O perfil do Técnico de Sonorização e do Designer de Som.

As competências técnicas e as artísticas.

A organização do trabalho e as interações entre os diversos intervenientes.

A actividade profissional: freelancers e equipas técnicas.

Uma ética para o trabalho teatral.


Competências:

Identificar perfis profissionais associados à Luminotecnia e à Sonoplastia.

Identificar e reflectir sobre alguns princípios éticos e deontológicos associados mais genericamente às artes do espectáculo.

Conhecer e compreender os deveres e direitos legais associados ao exercício da atividade profissional.


Saber criar objectos sonoros adequados à realização de um projecto teatral.

FUC

A compreensão das diferentes estruturas de produção e a forma como as profissões se adequam  às diferentes necessidades, definem o modo de produzir e caracterizam a cultura da empresa, assim organizar normas de funcionamento de palco e de uma companhia, é definir os cargos e as suas obrigações na estrutura/ equipa.

Definir o plano de actividades, as áreas de intervenção cultural e objectivos da estrutura são pilares para a gestão de recursos na companhias/ sala de espectáculos. Deste modo é essencial à equipa saber o que os espera, mas também se adequamos os Recursos Humanos ao projecto.

A preparação do trabalho dita a sua eficácia e qualidade, por isso, é tão importante agendar o trabalho no ciclo que a estrutura funciona: temporada de espectáculos. Criar um programa técnico de trabalhos paralelo à mesma temporada, é essencial à qualidade e capacidade de resposta aos desafios colocados a cada temporada.

Tipos de festivais e sua organização

Organização e preparação de um Festival

Metodologias de gestão de um Festival:

 - Planos de execução e acompanhamento

 - Planos de segurança

 - Planos alternativos às situações imprevistas

Metodologias de gestão de recursos humanos, técnicos e financeiros

Gestão de stress em festival e operação de festival

Esta disciplina tem como objectivo de ensinar os alunos a:

- Dominar técnicas de gestão de projecto, incluindo técnicas para selecção e avaliação, planeamento, controlo e a comunicação num projecto. 
 - Adquirir sensibilidade para todas as áreas de conhecimento envolvidas na gestão de projectos.
 - Adquirir sensibilidade para a gestão de projectos na área cultural.
- Desenvolver capacidades para representar planos de projecto, utilizando ferramentas manuais e informáticas.
- Adquirir experiência a partir de casos reais de projectos culturais no terreno.

Pretende-se que se assimeile os conceitos importantes no Planeamento e Gestão de Projectos, os seus métodos e técnicas, mais comuns, de planeamento e gestão de projectos, muitos deles adaptados de outras áreas científicas, para isso apresentamos váriasferramentas em  comparação e ensaio.

Saber analisar e recolher dados de funcionamento de uma estrutura de produção de espectáculos.
Saber aplicar metodologias de gestão de qualidade e mapeamento de processos.
Saber debater ideias e estratégias com a administração apresentando propostas de melhoramento do funcionamento para a qualidade.


Saber planificar o exercício da produção de um espectáculo.
Saber organizar trabalhos de preparação de um espectáculo.
Saber executar anotação e operação de espectáculo.
Apreender o vocabulário teatral específico.
Saber utilizar ferramentas informáticas para realizar todo o trabalho de execução de tabelas.
Estar preparado para acompanhar uma produção, munido de uma base de tabelas modelo de Pré-Produção, Produção, Espetáculo e Pós-Produção.

Exercício prático de organização e preparação de um festival ou grande evento;
Simulação da execução de um festival, afim de testar as metodologias de gestão, acompanhamento e comunicação;
Gestão de equipas;
Avaliação técnica e necessidades para acolhimento;
Acolhimento de espetáculos;
Exercícios de organização de calendário;
Realização de tabelas de serviço.

odc1.pdfodc1.pdf

Organizar e conceber um plano de criação de um espectáculo de teatro.
Organizar e conceber um livro de Direcção de Cena.
Planear e avaliar as condições de produção e realização de espectáculos.
Gerir um espectáculo desde o ensaio até à sua apresentação.
Gerir um espectáculo após a estreia e assegurar sua qualidade técnica e artística.(TT)

Definição das tarefas do Director de Cena no projecto de criação teatral.
Metodologias de trabalho do Director de Cena.
Noções de projecto de espectáculo, metodologias de direcção de cena.
Introdução à construção do livro de direcção de cena.
Introdução à metodologia de anotação de cena.
Operação de espectáculo e guião de operação.
Gestão de RH em semana crítica e estreia.
Gestão de carreira de Espectáculo.

FUC_TDC1_1617.pdfFUC_TDC1_1617.pdf

Ser capaz de organizar planos e espaços de ensaio.
Ser capaz de assessorar o encenador, na planificação e orientação do trabalho.
Ser capaz de dirigir ensaios, segundo as orientações determinadas pelo orientador


Encenação: o surgimento histórico de uma disciplina integradora de todas as outras; o papel da indústria teatral; o papel de Antoine e o papel de Stanislavski.
Modos de encenar e especificidade dos objectos: o trabalho da forma e a concretização do sentido e dos sentidos gestuais, imagéticos - em cena;
Assistência de encenação: um projecto específico,  a partir de um texto
A construção de um objecto teatral a partir de um material textual poético e narrativo;
Levantamento das necessidades da criação: o espaço, sua  definição e possibilidades de utilização, a relação entre actores e espectadores, os ensaios, a preparação da relação com os espectadores;


Identificar os diferentes tipos de  entidade fiscal;
Analisar e identificar o âmbito de ação da estrutura de produção artística que deseja criar, e quais valências se deseja criar;
Analisar a “disponibilidade de mercado”, e desenhar um produto-serviço artístico, ou um serviço nas artes do espetáculo.
Desenvolver uma metodologia de produção-criação; desenhar os ativos-chave da empresa; planear o serviço, e logística de entrega do serviço;
Avaliar a proposta estética na criação artística contemporânea, simbolismo e a funcionalidade dos projetos propostos.
 

EmpPalco_FUC.pdfEmpPalco_FUC.pdf

- Caracterizar e analisar os principais movimentos, problemas e debates culturais e artísticos desde as vésperas da 1ª Guerra Mundial até aos nossos dias, integrando-os no respectivo contexto histórico e ideológico e identificando nomes, obras, temas, polémicas e práticas.


- Explicar e analisar as novas e contraditórias formas de pensamento ideológico e intervenção política e social e as suas consequências culturais: liberalismo, nacionalismos, internacionalismos, imperialismos, socialismos, multicuralismo, globalização, secularização, fundamentalismos, etc.


-Adquirir a capacidade de raciocínio crítico, de problematização e de questionamento a partir do conhecimento e da compreensão dos debates da cultura contemporânea.

fuc_CIC.pdffuc_CIC.pdf

1.Identificar as teorias sobre a cognição artística e prazer estético;


2.Reconhecer a apreensão estética como relação onto-gnoseológica com o real;


3.Reconhecer o discurso estético como epistemologia psíquica do real: Enquadrar as teorias psicanalíticas na sua

proposta de uso prático e uso estético da obra de arte.

fuc_eta2.pdffuc_eta2.pdf

1.Caracterizar as formas dramáticas religiosas e profanas medievais e respetivas práticas e

técnicas teatrais.


2.Caracterizar as principais inovações temáticas e técnicas do teatro italiano renascentista. 


3.Caracterizar e analisar a importância da Commedia del'arte.


4. Analisar o teatro isabelino salientando a importância de um novo sistema de produção

teatral e da obra dramática de William Shakespeare.


5.Caracterizar o teatro medieval e os reflexos do Renascimento no Teatro português.

HT2.pdfHT2.pdf

1.Identificar e caracterizar os principais movimentos e correntes artísticas numa perspectiva

diacrónica, inserindo-os no respectivo contexto histórico-cultural.

2. Interpretar uma obra de arte de acordo com a análise do período artístico e época em que ela se

insere.

3. Pesquisar em diversas fontes sobre os diferentes movimentos e correntes artísticas com o objectivo de elaborar um trabalho de investigação.

fuc_HA.pdffuc_HA.pdf

1. Analisar os séculos XVII e XVIII com base nos respectivos contextos culturais - Barroco e

Iluminismo - e sua influência nas práticas e teorias teatrais

2. Caracterizar o teatro barroco espanhol do século XVII: autores, géneros, peças, espaços e práticas teatrais.

3. Caracterizar o teatro francês do século XVII: géneros, autores e práticas teatrais.

4. Caracterizar e analisar o teatro europeu do século XVIII.

5. Caracterizar o teatro português nos séculos XVII e XVIII.

fuc_HT3.pdffuc_HT3.pdf

1. Conhecer e analisar as diferentes teorias sobre as origens do Teatro.

2. Conhecer e caraterizar as formas de teatralidade nas civilizações pré-clássicas.

3. Caracterizar as manifestações dramáticas na Antiguidade Clássica (Grécia e Roma) e sua evolução diacrónica.

4. Identificar e analisar autores, obras, temas, géneros, técnicas e práticas teatrais no Teatro da Antiguidade Clássica.

fuc_HT1.pdffuc_HT1.pdf

1. Analisar a evolução da Estética Teatral e o lugar que esta ocupa no sistema cultural e artístico contemporâneo, identificando as perspectivas mais importantes na História da Estética Ocidental;


2. Compreender as especificidades e as potencialidades da linguagem teatral enquanto corpus estético através da análise das conexões entre ideias filosóficas e linhas artísticas;


3. Apreender a relação entre criação artística (cénica) e diversidade estética, identificando a especificidade da reflexão filosófica sobre a estética, os objetos de que se ocupa e os conceitos a que recorre;


4. Identificar a especificidade do tratamento filosófico da arte a partir da noção de experiência estética e fruição artística.


fuc_ett.pdffuc_ett.pdf

1) Reconhecer a importância da commedia dell'arte na elaboração do texto dramático de Goldoni e Marivaux;
2) Identificar o realismo psicológico e a resposta simbolista;
3) Relacionar o teatro épico e o teatro do absurdo enquanto respostas dramatúrgicas à devastação provocada pelas duas grandes guerras na Europa;
4) Conhecer os novos paradigmas do teatro pós-moderno.

fuc_RDO2.pdffuc_RDO2.pdf

- Conhecer as principais características da tragédia e da comédia na Antiguidade Greco-Romana, suas temáticas, estrutura e objectivos;

- Abordar a variedade do teatro vicentino;

- Relacionar o teatro espanhol de estética barroca com os princípios da Contra-Reforma;

- Reconhecer a liberdade de construção dos dramas de Shakespeare;

- Identificar as exigências formais do classicismo em Racine e Molière.

fuc_RDO1.pdffuc_RDO1.pdf

1. Explorar a pesquisa coreográfica individual articulando práticas e processos, por referência  a pesquisas pessoais.


2. Desenvolver e aprofundar as competências motoras e interpretativas visando a exploração da sua versatilidade técnica e artística.


3. Proporcionar a vivência das diferentes abordagens técnicas e estilísticas do movimento contemporâneo.


4. Desenvolver a capacidade de compreender vários métodos de abordagem ao corpo em cena partindo da sua análise dramatúrgica.


5. Desenvolver metodologias de criação colaborativa estimulando atitudes de responsabilidade e autodisciplina perante o trabalho.


OC2.pdfOC2.pdf

Com esta disciplina livre, pretende-se apresentar algumas ferramentas tecnológicas no apoio à criação artística nas artes per formativas.

Esta disciplina surge no âmbito das restrições sociais e académicas devido ao covid19.

Bem sabemos que um espectáculo on-line, é só uma sombra/memória/ tentativa simbólica do próprio evento! uma imaginação do que eventualmente seria... Mas afinal, não é isso que fazemos enquanto criadores?

Na já longe polémica do teatro absurdo, que ainda hoje faz muito espectador perder-se, e num primeiro contacto, quando não decepciona e afasta, em que consiste por exemplo o teatro de Ionesco? Uma impressão de superficialidade confinada a alguns momentos cómicos que se perdem numa espécie de livre  arbitrário. Brincadeira absurda, destituída de qualquer compromisso ou responsabilidade, no entanto um olhar mais atento permite aos poucos avaliar toda a extensão da problemática que sabe propor...

Mas não serão estas ferramentas um veículo condutor de imaginação? Criação! Analisando por diversos ângulos, de modo a permitir aceder à diversidade dos seus aspectos  e no fim antever uma unidade total de concepção que poderá ou não o transporte da mimésis ao público... qual pesquisa teatral poderá produzir?

Objectivos de aprendizagem:

Entender e descrever a função da direcção de cena.
Entender e descrever a função da produção teatral.
Identificar as ferramentas fundamentais na prática da direcção de Cena e da Produção Teatral.
Identificar a nomenclatura do palco e diferentes tipologia de organização.
Entender as estruturas de produção de uma produção teatral.
Definir um projecto básico nas artes do espectáculo.

Conteúdos programáticos:

Definição do cargo de Director de Cena e a sua relação na estrutura organizacional.
Organização Teatral (Organogramas e Gestão de projecto).
Diferentes fases de um Projecto Teatral.
Tipos de Organização Teatral.
Tipos de Palco.
Técnicas de palco.
Nomenclatura Teatral.
Metodologias de Acolhimento.
Introdução à Produção Teatral.
As principais fases da Produção Teatral.
O projecto e a Produção.