PRÉMIO HELENA SÁ E COSTA 2013, edição especial comemorativa

O júri do Prémio Helena Sá e Costa, edição comemorativa dos 100 anos do nascimento da artista, composto pelas professoras Maria Teresa Macedo e Maria José Souza Guedes, professores Wolfgang Wagenhauser e Jorge Moyano e maestro José Ferreira Lobo, deliberou atribuir os seguintes prémios:

Prémio Helena Sá e Costa 2013, edição especial 100 anos:
Pedro Rafael Oliveira Lopes
Laura Sofia Pereira Felício
Pedro Machado da Costa

Prémio para o melhor acompanhamento:
Pedro Rafael Oliveira Lopes
Nuno Ricardo Rodrigues Cernadas
Catarina Dias Real de Oliveira

A ESMAE felicita os alunos premiados.

Olhos na Pru

OLHOS NA PRU- Instalação, Fotografia e Vídeo é um projeto autoral que pretende desenvolver uma reflexão criativa e estética sobre questões da regeneração urbana e da cultura na cidade de Santo Tirso e decorre no âmbito das intervenções da Parceria para a Regeneração Urbana – Margens do Ave.

São dois artistas que trabalham em fotografia e em vídeo e que realizaram uma representação imagética dos lugares objeto de intervenção que culmina numa exibição pública, na Fábrica de Santo Thyrso.

Por um lado, procura-se no “Percurso Pedonal e Ciclável”, como qualquer outro percurso, uma forma de facilitar e potenciar a ligação entre dois pontos. Neste caso, o percurso em causa, veio permitir que a população do concelho se aproximasse mais do rio. O Ave está mais limpo, pronto para que possa ser de novo disfrutado pelas pessoas. Embora numa escala distinta, pode encontrar-se um paralelismo entre esta aproximação e a que foi feita ao Tejo, em Lisboa, com a Expo 98. Mas para além desta ligação, o percurso servira também para aproximar as pessoas da natureza e de uma forma de vida mais saudável.

O percurso mencionado, quando totalmente concluído, será um eixo de ligação entre as várias intervenções da “Parceria para a Regeneração Urbana” (PRU): o Parque da Rabada, o Passeio dos Frades, a Escola Profissional de Hotelaria, o Centro de Educação Ambiental e a Nave Cultural Fabrica do Teles. A abordagem proposta para este trabalho pretende ser um vincar dessa ligação através da sugestão narrativa que remeta para uma experiencia de lugar e de relação com o mesmo por parte do autor.

Por outro lado, associa-se a representação pedonal a representação de memórias passadas e presentes através da imagem fotográfica do sujeito e da autorrepresentação construída num dos espaços antigos da fabrica e, atualmente, ocupado pelo Centro Interpretativo da Fabrica de Santo Thyrso.

Para informações sobre contactos e horários consultar: http://www.fabricasantothyrso.pt/

Mesão Frio: percursos de uma identidade

Apresentação de projetos da Residência Artística de Fotografia e Cinema Documental

Três documentários e sete projetos fotográficos compõem “Mesão Frio: Percursos de uma identidade”, um conjunto de trabalhos resultante da Residência Artística de Fotografia e Cinema Documental do Mestrado em Comunicação Audiovisual da Escola Superior de Música, Artes e Espetáculo (ESMAE), que será apresentado a 28 de junho em Mesão Frio.

Esta mostra pretende levar os visitantes numa viagem por Mesão Frio, acompanhando as gentes e lugares que coabitam entre um progresso turístico permanente e um desenvolvimento social, económico e cultural lento e, por vezes, esquecido.

Com o apoio da Câmara Municipal de Mesão Frio, o desafio foi lançado aos 18 mestrandos que procuraram produzir e realizar um trabalho sobre identidades da região de Mesão Frio, numa intervenção que visou registar memórias pessoais e coletivas.

Os projetos fotográficos serão apresentados no Hotel Douro Scala no dia 28 de junho, sexta-feira, às 18h30, num evento que conta com a atuação do Quarteto de Cordas da ESMAE. A exposição prolonga-se até o dia 10 de julho e ocupará espaços no bar, nos corredores, na capela, na cozinha e na antiga adega deste solar da freguesia de Cidadelhe.

A ante-estreia dos filmes tem lugar no mesmo dia, às 21h30, no Auditório Municipal de Mesão Frio, com a presença, uma vez mais, dos músicos da ESMAE. No dia 29, sábado, haverá uma projeção aberta ao público.

Nestes trabalhos, os estudantes exploram os cenários da desertificação (Registo. Particípio PassadoLugares sem vozLocais), o trabalho na terra (O Tempo Que DurarA vinha: uma arte POPularNativos do Douro), as instituições da cidade (Realidade sim. Realidade não. A que estiverFilhos da terra) e a paisagem da região (Paisagem VerticalO Cativeiro das Algemas Invisíveis).

Os alunos contaram com a colaboração dos habitantes das localidades, das Juntas de Freguesia de Cidadelhe e Barqueiros, Santa Casa da Misericórdia de Mesão Frio, Município de Mesão Frio e Douro Scala Hotel durante a semana de trabalho da Residência Artística.

+info: descarregar sinopses (PDF)