Peça de Eugène Ionesco.
“Amor, bombeiros, álcool,
paquidermes e rock’n’roll.
Ionesco arrasa neste texto com o establishment, com a terra prometida.
O rinoceronte irrompe num momento perfeito, num domingo de sol, desmoronando tudo como se fosse um castelo de cartas. O bem-estar social rebenta como uma borbulha, deixando para trás a poeira que fica nos olhos e provoca uma cegueira colectiva. Faz-vos lembrar alguma coisa?
Decidimos nesta montagem partir do horror vacui, da prosperidade, para depois da passagem do tsunami reconstruir e reinventar com nada, com o que resta, e descobrir os tesouros escondidos no lixo.”
30 e 31 de janeiro, 1 de fevereiro
19h30, Sala Preta, ESMAE






