La Donna di Genio Volubile | ELENCO 2 | Marcos Portugal | TNSJ | 20180705

La Donna di Genio Volubile | ELENCO 2 | Marcos Portugal | TNSJ | 20180705

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LA DONNA DI GENIO VOLUBILE
Ópera Estúdio da ESMAE / Pós-graduação em Ópera e Estudos Músico-Teatrais da ESMAE

Música | Marcos Portugal (1762‑1830)
Libreto | Giovanni Bertati (1735‑1815)

A ópera La Donna di Genio Volubile, “drama jocoso” em dois atos volta a fazer escala na cidade do Porto, onde foi representado em 1805 no Real Teatro de São João.
Obra do compositor Marcos Portugal (1762-1830), um dos poucos nomes da música portuguesa que fizeram carreira internacional digna desse nome, La Donna di Genio Volubile (1796) coloca-nos em presença de quatro homens que conduzem um jogo de sedução de modo a enredar nessa malha uma mulher, La Donna, criatura volúvel, incapaz de persistir numa escolha… Com direção artística de António Salgado e direção musical de José Eduardo Gomes, esta Donna inquieta e indecisa – retirada do esquecimento em que se encontrava, no acervo do Porto, pela mão de Ana Liberal e David Cranmer do Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical – sobe ao palco do São João numa encenação de António Durães, criador cénico também ele inquieto e muito, muito cá de casa.

DIREÇÃO ARTÍSTICA | António Salgado
DIREÇÃO MUSICAL | José Eduardo Gomes
ENCENAÇÃO | António Durães
DIREÇÃO DE MOVIMENTO | Cláudia Marisa
DIREÇÃO VOCAL | Rui Taveira, António Salgado
CENOGRAFIA | Marta Silva
FIGURINOS | Hugo Bonjour
DESENHO DE LUZ | Rui Damas
PRODUÇÃO EXECUTIVA | António Salgado, Rui Damas, Mariana Barros
INVESTIGADOR DO CESEM/IPL‑ESML | David Cranmer (transcrição moderna do manuscrito da partitura da ópera)
COORDENAÇÃO DO CESEM/P. PORTO | Ana Liberal

INTERPRETAÇÃO
Marta Martins/Miriam Rosado - (Condessa/soprano)
Raquel Mendes/Tânia Esteves (Lauretta/soprano)
Sérgio Ramos (Cecco/barítono)
Rafaela Monteiro (Ghita/mezzo)
Miguel Reis (Cavalieri/tenor)
Gabriel Neves (Cicínio/tenor, buffo)
Ricardo Rebelo (Don Coriolano/barítono)
Francisco Reis (Don Salústio/baixo)

ORQUESTRA SINFÓNICA DA ESMAE
Carolina Lima, Marcos Almeida (flautas)
Carla Pereira, Maria Diz (oboés)
Rui Soares, Lúcia Silva (clarinetes)
Cláudia Prata, Beatriz Rios (fagotes)
Rui Godinho, Luís Oliveira (trompas)
José Afonso Sousa (tímpanos)
Margarida Queirós, Maria Laranjo, João Chicória, Francisco Ferreira, Luana Cunha, Luísa Silva (violinos I)
Daniel Silva, António Gomes, Alexandra Pastore, Vítor Damião, Vasco Gomes (violinos II)
Rita Carreiras, Nélson Cruzeiro, Leonel Andrade, Catarina Gonçalves (violas)
Carolina Viana, José Miguel Teixeira, Ana Cristina Abreu (violoncelos)
Gonçalo Cardoso, Raquel Santos (contrabaixos)
Luís Duarte (cravo)

CORREPETIÇÃO
Luís Duarte, Angel Gonzalez

A fundação do Ópera Estúdio da ESMAE veio preencher uma lacuna há muito tempo existente no panorama nacional na área da formação especializada em ópera nas suas diversas vertentes, e na sua relação intrínseca com o processo de concepção, produção, realização e apresentação do espetáculo ÓPERA. O Estúdio de Ópera encontrou na ESMAE, e na transversalidade do conjunto dos departamentos existentes de Música e Teatro, um lugar privilegiado para a produção de ópera, onde inaugurou em 2012 com a Mahagonny Songsspiel e Os Sete Pecados Mortais de Kurt Weill/Brecht, a temporada de ópera da ESMAE. Em Março 2013, L´Enfant et les Sortilèges de Maurice Ravel; Maio de 2013, The Fairy Queen, de Henry Purcell; Junho de 2013, Dialogues des Carmelites de Francis Poulenc; Julho de 2013, A Flauta Mágica de W. A. Mozart/Konwitschny; Dezembro de 2013, Dolorosa Speciosa de Vivaldi/Bach; Março de 2014, A Hora Espanhola de Ravel; Junho de 2014, O Auto da Índia de Gil Vicente. Seguem-se: Abril de 2015, Spekularis de Marcos Barbosa; Maio de 2015, Opera dos Três Vinténs de Kurt Weill/Brecht; em Junho de 2015, o Projecto Ulisses (inserido no projecto europeu de Opera and Landscape) e em Julho de 2015, Ordo Virtutum, de Hildegard von Bingen. Em Março de 2016 apresentou o espetáculo, criação coletiva, a Audição, no Teatro vilarinha e que repetirá em Março de 2017. Em Maio, de 2017, será apresentada em itinerância, a ópera Cosi fan tutte de Mozart, em Portimão, Castelo Branco, Famalicão e Porto, e em Julho a Cantata Cénica de Isabel da Rocha, e em Setembro a estreia moderna da ópera de Marcos Portugal, La Donna di Genio Volubile. O Ópera Estudio da ESMAE conta com a colaboração da Pós-Graduação em Ópera e Estudos Músico-Teatrais da ESMAE que é desde 26 de Maio de 2013, Associated Partner do ENOA – European Network of Opera Academies. Desde 2016, com a entrada da Pós-graduação em Ópera da Esmae como partner para a rede alargada da European Opera Academies (EOA), o Ópera Estúdio da ESMAE poderá a partir do ano letivo 2016/17 concretizar o objectivo de internacionalizar as suas produções.
Diretor Artístico do Ópera Estúdio da ESMAE | António Salgado

Teatro Nacional São João
5 de julho de 2018
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